Jesus ressuscitou e vive para sempre

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17 de março de 2016

A CELEBRAÇÃO DE PURIM





A celebração de Purin!


Purim , a celebração de Purin, inicia-se ao entardecer do dia 4 de março, mês de Adar e termina ao surgir a três estrelas no céu do dia 5, 14 do mês de Adar, março. Trata-se de uma festa que celebra o livramento da proposta do inimigo de apagar o nome e o povo do Eterno da face da Terra, no qual encontramos todo o enredo no maravilhoso e belíssimo  livro de Esther.
Purin, Pur no hebraico equivale a palavra sorteio, trazendo a memória o plano no mal, que lançando sortes através do maldoso Haman,Este era o método usado por Haman, o primeiro-ministro do Rei Achashverosh da Pérsia, para escolher a data na qual ele pretendia massacrar os judeus do país, onde  estipulou o aniquilamento do povo do S’nhor, onde a maldição fora transformada em bênção quando a sua vitória fora estabelecida pelo S’nhor quando tudo parecia perdido Adonai, mudou a sorte de seu povo escolhido, Israel, é por isso que celebramos com muita alegria e brincadeiras.
Purin do plural de פּוּר pûr, “sorteio” em hebraico, do acadiano pūru) é uma festa judaica que comemora a salvação dos judeus persas do plano de Hamã, para exterminá-los, no antigo Império Aquemênida tal como está escrito no Livro de Ester, um dos livros do Tanach.

O que é Megillat?

Em purin fazemos a leitura da Megillat Ester que  significa “revelar o oculto”. A palavra vem do verbo Megillah legalot = descobrir e Ester lehastir = ocultar ou esconder, e assim com o conhecimento do que está escondido dentro de nós, podemos conseguir realmente entender o mundo em que vivemos.
Dia da celebração de Purin
Purim em 2016- Começa ao pôr do sol de Quarta-feira, 23 Março, 2016 Termina ao anoitecer de Quinta-feira, 24 Março, 2016. O trabalho deve ser evitado.
Ta’anit Esther – 23 Março, 2016;  Shushan Purim – 25 Março de 2016

 Na celebração …

Nos disfarçamos em Purin…

Em Purin nos escondemos atrás de um disfarce. A  Meguilá de Esther, sua história  se desenrola escondida  e nela encontra-se oculto o  Nome e o Eterno, mas revelado a todos o seu poder sobrenatural. Algumas considerações podemos fazer de acordo com a tradição e como celebramos:  E fala da  menina judia que sempre se escondeu  e que ao nascer no meio de seu povo recebeu o nome de Hadassah, mas que mais tarde por ocasião do concurso para saber quem seria a escolhida como esposa do Rei Assuero, Hadassah também escondeu seu nome, adotando um nome persa,  Esther, para esconder sua verdadeira identidade. E com este momento da sua história também encontramos o que os sábios explicam acerca do vinho nas festa e essa em especial que o vinho bebido “revela os segredos escondidos” dentro de cada uma pessoa e  que estão escondidos na alma judaica.

Jejum de Ester

 Ta’anit Esther- 23 mar 2016- Jejum de Ester.
Significado data: dia de jejum,  crianças do sexo masculino de Israel jejuam no dia de Purim.
O que fazer jejum Esther: jejum do amanhecer ao sair das estrelas; Momento especiais de oração.
Leitura da Meguilá
Deve-se ouvir duas vezes a leitura da Meguilá de Ester: uma na noite de Purim, e a outra pela manhã.
Mishlôach Manot
Envia-se alimentos a pelo menos um amigo no decorrer do dia de Purim que devem ser de duas espécies (fruta, massa e/ou bebida), prontos para consumo e entregues através de um mensageiro.
Matanot Laevyonim
Doa-se uma certa quantia em dinheiro para pelo menos dois carentes no decorrer do dia de Purim. Caso não se encontre ninguém nestas condições, a doação deve ser colocada em uma caixinha de tsedacá.
Refeição Festiva
Uma refeição festiva é realizada ainda durante o dia de Purim e deve conter pão, vinho e carne.

Parashah 24: Vayikra (E chamou) - Shabbat de 18 e 19março2016


Vayikra (Levítico) 1:1 - 5:26
Haftarah: Yesha'yahu (Is) 43:21 - 44:23
B'rit Hadashah: Romanos 8:1-13; Judeus messiânicos (Hb) 10:1-14; 13:10-16.

A Parashah dessa semana Vayicrá ( e chamou) fala de korbanot (sacrifícios) , e mais uma vez podemos fazer essa relação com o Mashiach Yeshua, pois aqueles animais usados como sacrifícios no Mishkan (tabernáculo) eram apenas temporários e exteriores, e não tinham o poder de purificar ou justificar o homem, mas o sacrifício do Mashiach Yeshua , esse sim foi definitivo , e redimiu o pecado e tem o poder de transformar a alma do homem para que possamos nos conectar com o nosso Eterno Criador dos céus e da terra.

Hebreus 9:13-14

"Se a aspersão de pessoas cerimonialmente impuras com o sangue de bodes e de touros, e as cinzas de uma novilha, restaurava-lhe a pureza exterior, quanto mais o sangue do Messias, que, pelo Espírito eterno, se ofereceu a D'us como sacrifício imaculado, purificará nossa consciência das obras que conduzem à morte, para que possamos viver e servir ao D'us vivo! "

19 de fevereiro de 2016

Parashah 20: Tetzaveh (Ordene)

Sh'mot (Êxodo) 27:20 - 30:10
Haftarah : Yechezk'el (Ez) 43:10-27
Sugestão de leitura da B'rit Hadashah : Filipenses 4:10-20

Resumo da Parashá Tetzaveh


Seguindo-se aos mandamentos detalhados da porção da última semana a respeito da construção do Mishcan, a parashat Tetsavê começa com a mitsvá diária dada a Aharon e seus filhos de abastecer a menorá no Mishcan com puro azeite de oliva.

D'us descreve a Moshê as vestes especiais que devem ser usadas pelos Cohanim durante o serviço, tecidas e adornadas com materiais doados pelo povo. Os Cohanim comuns envergavam quatro vestimentas especiais, ao passo que quatro vestes adicionais deveriam ser vestidas exclusivamente pelo Cohen Gadol. Todos os Cohanim vestiam:

1. O ketonet – uma túnica longa de linho;
2. Michnasayim calções de linho;
3. Mitznefet ou migba'at um turbante de linho;
4. Aynet uma longa faixa ao redor da cintura.
 Além disso, o Cohen Gadol (Sumo Sacerdote) vestia:
5. O efod, uma veste similar a um avental, feita de lã azul, roxa e vermelha, linho e fios de ouro;
6. O choshen – um peitoral contendo doze pedras preciosas inscritas com os nomes das doze tribos de Israel;
7. Me’il – uma capa de lã azul, com sinos de ouro e romãs decorativas na barra;
8. O tsit – uma placa de ouro usada sobre a testa, com a inscrição "Sagrado para D’us".



A porção da Torá então transfere sua atenção aos mandamentos de D'us referentes ao melu'im, inauguração ritual para o Mishcan recentemente construído, a ser realizada exclusivamente por Moshê por sete dias.

Tetsavê também inclui as instruções detalhadas de D’us para a iniciação de sete dias de Aharon e seus quatro filhos – Nadav, Avihu, Elazar e Itamar – no sacerdócio, e pela construção do Altar de Ouro sobre o qual o ketoret (incenso) era queimado. Todas estas ordens são na verdade realizadas na porção conclusiva de Shemot, Parashat Pekudê.

(Texto do chabad.org)

16 de janeiro de 2016

15ª PARASHA

Resumo da Parasha Bo - "Vá"


Sh'mot (Êxodo) 10:1 - 13:16
Haftarah : Yirmeyahu (Jr) 46:13-28
B'rit hadashah : Lucas 2:22-24; Yochanan (Jo) 19:31-37; Atos 13:16-17 ; Revelação (Ap) 8:6 - 9:12; 16:1-21

D’us fala para Moshê e Aharon irem até o faraó para que este liberte o povo judeu da escravidão, e se assim não o fizer, D’us castigará o Egito enviando a 8a. praga, gafanhotos, que cobrirá toda a terra e acabará com todo alimento e plantações que restaram, após a praga de granizo.
Ao saber que Moshê pretendia levar todo o povo judeu, homens, mulheres, criancas e todo o seu gado, o faraó não permitiu que todos partissem, mas apenas os homens. O faraó volta as costas para Moshê e Aharon e então D’us manda os gafanhotos, dando início a destruição. A praga só é interrompida quando o faraó novamente implora a Moshê que reze a D’us para que interrompa a praga. Mas logo em seguida, assim que desapareceram os gafanhotos, endureceu novamente seu coração não deixando os judeus partirem. D’us então envia a 9a. praga: a escuridão completa. As trevas só afetavam os egipcios que permaneciam no mesmo lugar, sentados ou em pé, sem poder se mover por três dias, e somente para os judeus havia luz.O faraó apela novamente para Moshê, mas permite que partam desde que deixem seu gado para trás. Moshê não concorda, pois o gado servirá de oferta de sacrifícios para D’us. O faraó então não os deixa partir.
D’us envia a última praga ao Egito: morte aos primogênitos. D’us instruiu Moshê e Aharon sobre o mês de Nissan que será para o povo judeu o primeiro dos meses do ano e todos os detalhes envolvendo o Cordeiro Pascal, que seriam preparados para a refeição que precede o Êxodo. O sangue dos cordeiros foi colocado como sinal nas casas dos judeus para que D’us "saltasse" sobre suas casas, ferindo somente os egípcios.
D’us estabelece a comemoração de Pêssach e a proibição de ingerirmos alimentos fermentados. Também nos instrui, através de Moshê e Aharon, sobre a obrigação de todos os anos, nesta data, relatarmos o Êxodo do Egito e os milagres com que Ele nos libertou da escravidão a nossos filhos, em todas as gerações. A parasha termina estabelecendo a mitsvá de Pidyon Haben (Resgate do Primogênito) e da colocação de tefilin.

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13 de outubro de 2015

2ª Parashah - Noach (Noé)

D’us instrui Nôach – o único homem justo num mundo consumido pela violência e corrupção – a construir uma grande arca de madeira revestida por dentro e por fora com breu. “Um grande dilúvio”, diz D’us, “varrerá toda a vida da face da terra; porém a arca flutuará sobre a água, abrigando Nôach e sua família, além de dois membros (macho e fêmea) de cada espécie animal.”
A chuva durou 40 dias e 40 noites, e as águas agitaram-se por mais 150 dias antes de acalmarem-se e começarem a baixar. A arca pousou sobre o Monte Ararat, e de sua janela Nôach despachou um corvo, e depois uma série de pombos “para ver se as águas abaixaram da face da terra.” Quando o solo secou completamente – a exatos 365 dias do início do Dilúvio – D’us ordenou a Nôach que saisse da teivá, arca, para repovoar a terra.
Nôach construiu um altar e ofereceu sacrifícios a D’us, que prometeu jamais destruir novamente a humanidade por causa de suas ações, e enviou o arco-íris como testemunha de Seu novo pacto com o homem. D’us também ordenou a Nôach para considerar a vida sagrada: o assassinato é considerado uma ofensa capital, e embora o homem tenha permissão de comer carne dos animais, está proibido de comer carne ou sangue tirado de um animal vivo ou causar-lhe qualquer tipo de sofrimento.
Nôach plantou uma vinha e ficou embriagado ao consumir  o fruto de sua produção. Dois de seus filhos, Shem e Jafet, são abençoados por cobrir a nudez do pai, ao passo que seu terceiro filho, Ham, é amaldiçoado por tirar vantagem de sua degradação.
Os descendentes de Nôach permaneceram um único povo, com uma só língua e cultura, durante dez gerações. Então desafiaram o Criador, construindo uma grande torre para simbolizar a própria invencibilidade; D’us confunde sua linguagem para que “um não compreenda a língua do outro,” fazendo com que abandonem seu projeto e se dispersem pela face da terra, dividindo-se em setenta nações.
A Parashá conclui com uma cronologia das dez gerações de Nôach a Abrão (mais tarde Avraham), e a jornada deste do seu local de nascimento, Ur Casdim, para Haran, a caminho da Terra de Canaã.