Jesus ressuscitou e vive para sempre

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9 de junho de 2015

A Identidade do Messias e os Falsos Ensinos

por Matheus Zandona
Sabemos que muitos grupos isolados, supostamente ‘judeus-messiânicos’, não estudam e não dão a devida autoridade à Torá e ao ensino Apostólico. São pessoas que nunca foram discipuladas, orientadas e guiadas por outros judeus messiânicos. Tal isolamento produz uma forma de “pseudo-judaísmo”, com práticas e doutrinas estranhas em todos os aspectos, incluindo o judaico. O que sabem de judaísmo é proveniente de livros e do Google, não tendo eles nenhum senso de realidade e convívio com outros judeus. “Viram” judeus da noite para o dia, lêem tudo o que conseguem na internet e no Wikipédia, e se acham mais judeus do que os verdadeiros judeus. Tudo isso, novamente, é conseqüência da falta de discipulado e convívio com judeus autênticos e de boa reputação tanto nos meios judaicos como nos meios messiânicos. Perante à comunidade Judaica tradicional, esses grupos são vistos com estranheza e repúdio. Não foi à toa que Yeshua nos ordena a fazermos TALMIDIM (discípulos), pois tal ação requer convívio e relacionamento. As “anomalias” que tem surgido nos últimos anos provenientes de ex-evangélicos que viram “judeus googlianos” poderiam ser evitadas com uma boa dose de bom senso, bom testemunho, discipulado e convívio com pessoas autênticas e com fruto para mostrar. Este artigo procurará demonstrar a todos o quão distantes estes grupos de “super-judeus” estão da Torá e do verdadeiro judaísmo, os quais nos foram mostrados por Yeshua e por seus talmidim.
Para começar, vamos ver uma admoestação apostólica em relação a pessoas que acham que entendem a unicidade de Deus e ficam satanizando e demonizando irmãos que aprenderam e creem no dogma niceniano da “Trindade” (não estamos aqui justificando nem propagando esta doutrina, apenas expondo um espírito hipócrita que ronda esses grupos militantes de anti-trinitarianos):
“Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios creem e tremem!! Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante? Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou, e se cumpriu a Escritura, a qual diz: Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça; e: Foi chamado amigo de Deus. Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente”. (Tg 2:19-24)
Pois bem, mais uma vez NÃO ESTAMOS AQUI DEFENDENDO A TRINDADE criada no séc. IV d.C. Porém, é hipocrisia e arrogância um grupo que acha que entende a unicidade do Eterno (o que, por seus estudos, temos 100% de certeza que não entendem!!), ficar menosprezando, marginalizando e FAZENDO DE INIMIGO tudo e TODOS os que aprenderam de outra forma. SIM, cremos piamente que precisamos trazer mais clareza e entendimento em relação à natureza de D-us e Seu Ungido nos meios teológicos cristãos, porém, cremos também que este ensino deve vir acompanhado de AMOR, EXEMPLO, FRUTOS e TESTEMUNHO de vida! Assim nos ensinou Yeshua. A autoridade não vem do conhecimento apenas, mas também da conduta! Foi contra este tipo de arrogância e cinismo que o irmão de Yeshua, Yaakov (Tiago), escreveu o texto que citamos acima. Yeshua nos ensinou que TODA a Torá depende do Shemá (Dt 6:4) e do tratamento ao próximo (Lv 19:18). Esses dois mandamentos andam LADO A LADO. Adianta achar cumprir o Shemá e chamar todo mundo de ‘filhos da babilônia’, ‘idólatras’, ‘pagãos’ e coisas do tipo?
Por acaso apenas a crença na unicidade de D-us pode salvar ou justificar alguém? Pois que fique claro a todos os simpatizantes e membros dessas seitas pseudo judaico-messiânicas:
NÃO CRER NA TRINDADE NÃO SALVA, NEM JUSTIFICA PERANTE O ETERNO!!!!
Apenas quando a fé é aliada à um testemunho e amor verdadeiros, ela pode alguma coisa. Sem obras, a fé é inoperante para justificação! Yeshua nos ensinou que devemos ser intolerantes em relação a DUAS coisas: 1º PECADO, 2º HIPOCRISIA!
O judaísmo tem uma visão muito diferente da visão destes grupos em relação à DIVINDADE do Messias. No judaísmo chassídico, por exemplo, nos dias onde o sábio Menachem Schneerson ainda atuava nos meios Chabad, cria-se entre muitos de seus seguidores que ele era o Messias prometido pelos profetas de Israel (e ainda hoje muitos assim acreditam). Assim, uma vez que ele (Schneerson) assumiu tal postura, toda a conduta de serviços e orações nas sinagogas em que ele comparecia foi alterada. Orações eram feitas diretamente a ele. Serviços litúrgicos onde centenas de judeus chassidim ficavam dançando e cantando ao redor de sua “kissê moshê” durante horas, eram realizados em vários lugares. E ainda, nos dias do polêmico Shabatai Tzvi (séc XVII), que foi aclamado como Messias por milhares de Judeus da Europa e Ásia Menor, a adoração e culto à ele eram tão expressivos, que até mesmo os livros de oração da Comunidade Judaica de Amsterdã (Sidur) foram alterados para incluírem orações de louvor a ELE, quando estivesse presente em algum serviço. Perguntamos: será que algum outro judeu sequer acusou o movimento chabad de ‘idólatra’ por orarem e adorarem publicamente ao Schneerson? Será que algum judeu europeu foi considerado ‘idólatra’ por tratar Shabatai Tzvi como sendo “D-us entre o povo”? Por que, pela halachá judaica, não ferimos a unicidade do Eterno ao reverenciarmos e adorarmos o Mashiach como D-us? Por que esses falsos judeus messiânicos também não declaram guerra ao movimento chassídico?

Poster do Falecido rabino Schneerson nas ruas de Jerusalém. O texto diz: "Vive o Rei Messias".
Precisamos aprender como a Tanách e o judaísmo tradicional enxergam o Messias. Esses grupos extremistas presentes em nossos dias assumiram uma postura perigosa, desprovendo Yeshua (o verdadeiro Mashiach), da PLENA representação da divindade do Eterno. Vejamos o seguinte ensino do rabino Shaul (Apóstolo Paulo):
“…porquanto, nele (YESHUA), habita, corporalmente, TODA E PLENITUDE da Divindade.Também, nele, estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade”.(Cl 2:9-10)
Ou seja, Ele (Yeshua) não é o PAI, mas veio do PAI, possui a mesma natureza do PAI e representa o PAI a nós 100%. Ele é o único caminho, o único mediador. Através dele compreendemos o Eterno e nos relacionamos com Ele. Nem mesmo no judaísmo tradicional se despreza tanto a divindade do Mashiach como nestes grupos de falsos (ou “super”!) judeus-messiânicos. O Mashiach é tratado como D-us NO JUDAÍSMO TRADICIONAL pois representa D-us aos homens, e segundo a regra do apostolado (Shlichut), o enviado é 100% igual àquele que o enviou, perante as pessoas objetos de sua missão.
Dessa forma, o judaísmo entende que ao mesmo tempo onde há igualdade, também pode existir hierarquia, e por isso a unidade de D-us jamais é ferida. Mais uma vez, Yaakov (Tiago) nos ensina que a crença na unidade de D-us é importante, MAS NÃO SALVA NEM JUSTIFICA POR SI PRÓPRIA! Porém, uma conduta e um mau tratamento para com o próximo, condenam e desqualificam o justo. É exatamente isto que Yaakov tentou alertar aos gentios que estavam ‘descobrindo o judaísmo’ e se deslumbrando com o “Shemá”, mas esquecendo-se do amor ao próximo e do ensino com amor e exemplo. Portanto, estes grupos sectários deveriam estar menos preocupados com a “fé monoteísta” e mais preocupados com o estrago, divisão e sectarismo que tem criado entre o Corpo do Messias.
O Judaísmo é sim muito dogmático em relação ao Mashiach. Na doutrina Judaica, O Messias não é apenas o ‘grande profeta’ prometido na Torá, nem é apenas o ‘enviado’ de YHWH, nem simplesmente o “Filho de Elohim”. Na posição que assumiu de REPRESENTANTE do ETERNO (esta é a função do Mashiach no Judaísmo), ele é YHWV perante nós homens (Is 7:14 – mais uma vez, LEIAM as referências que comprovam os pontos elucidados). Sua missão (Messias) é representar o Eterno plenamente à nós (Cl 2:9). Vejam como os profetas de ISRAEL tratam o Mashiach:
“Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, rei que é, reinará, e agirá sabiamente, e executará o juízo e a justiça na terra.Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará seguro; será este o seu nome, com que será chamado: יְהוָה׀ צִדְקֵנוּ׃ YHWH, Justiça Nossa”. (Jr 23:6).
Um exemplo simplório, mas que consegue ajudar muitas pessoas a entenderem este conceito judaico da representatividade (Shlichut) é o seguinte:
O vice-presidente, é presidente? A resposta judaica à essa pergunta é: Sim e Não!
Sim! Pois quando incumbido pelo presidente para representá-LO em cerimônias, solenidades ou qualquer atividade oficial, ele representa 100% o presidente. Ele é tratado como se fosse o presidente e tem a autoridade presidencial para tal. Na posição de representante, sua assinatura equivale em gênero, número e grau à assinatura do presidente. Quando está representando o presidente, não há diferença alguma entre os dois! 
Não! Pois sua autoridade existe apenas pois foi outorgada pelo próprio presidente. Ele (vice) responde e se submete ao presidente, apesar de representá-lo 100% perante a sociedade. O vice recebe sua autoridade e seu poder do próprio presidente. Ele não faz nada sem o aval do presidente e todas as suas decisões estão em consonância com a vontade presidencial. 
É ISSO QUE OS PROFETAS E A TORÁ QUEREM DIZER QUANDO AFIRMAM QUE PODEMOS TER IGUALDADE E HIERARQUIA AO MESMO TEMPO ENTRE O ETERNO E SEU UNGIDO!!!
Este é o perigo das seitas que não entendem a concepção judaica que se tem do Mashiach, e em um esforço grande para se distanciarem dos erros ensinados historicamente por Roma, acabam por diminuir a importância e a natureza do Filho de D-us. Há muita, mas muita ignorância tanto nos meios cristãos como entre esses grupos de “super-judeus messiânicos”. Vamos aprender da fonte, pois apenas um ensino equilibrado e condizente com a Torá e com os Apóstolos poderá contribuir genuinamente para a redenção universal (tikkun olam) anunciando o tão esperado OLAM HABÁ (Era vindoura).
Shalom a todos e que o Eterno tenha misericórdia de todos nós!
http://ensinandodesiao.org.br/artigos-e-estudos/a-identidade-do-messias-e-os-falsos-ensinos/

MEDITAÇÃO DO DIA: 2 Coríntios 4:8,9




Magno Malta diz que Parada do Orgulho Gay ‘passou dos limites’

Senador criticou protesto da atriz Viviany Beleboni, de 26 anos, transexual e espírita, que desfilou presa a uma cruz encenando o sofrimento de Jesus Cristo. Mas, em cima da cruz, havia uma frase de protesto: ‘basta de homofobia LGBT’
O senador Magno Malta (PR-ES) disse, em discurso nesta segunda-feira (8), que a Marcha do Orgulho Gay, realizada no domingo, em várias cidades do país, “passou dos limites e semeou a intolerância e o desrespeito à liberdade religiosa”, ferindo princípios constitucionais e o Código Penal.
Durante a manifestação de domingo, a atriz Viviany Beleboni, de 26 anos, transexual e espírita, desfilou presa a uma cruz encenando o sofrimento de Jesus Cristo. Mas, em cima da cruz, havia uma frase de protesto. “Basta de homofobia LGBT”. Magno Malta ficou revoltado com a cena e relatou que houve também escárnio a imagens de Nossa Senhora.
Diante disso, Magno Malta decidiu pedir ao Ministério Público Federal que entre na Justiça, com uma queixa-crime ou peça a abertura de inquérito contra os organizadores do evento que contou, inclusive, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e da Petrobras.
“Esse país é cristão. E agora, aqui, eu falo em nome de milhões de cristãos brasileiros, cristãos católicos, espíritas, evangélicos do país inteiro, cobrando uma posição em nome deles . Há uma revolta generalizada com essa atitude nefasta, inescrupulosa e reprovável.Vocês passaram do limite. Não é assim que se faz”, disse o senador.
“Eles passaram do limite, porque tem um Governo que os respalda. Essa barbaridade, financiada com dinheiro da tão combalida Petrobras, da nossa Petrobras que se encontra na forca, combalida, sem forças para se levantar, mas que ainda tem dinheiro para patrocinar uma barbaridade como essa”, ressaltou o Senador.
Magno Malta disse que, nos últimos dias, participou da “Marcha para Jesus” em São Paulo, Rio de Janeiro e Manaus, movimento pacífico e ordeiro em defesa da família tradicional, do Brasil e do fim da corrupção.
“Se, nesses eventos, a bandeira do movimento gay tivesse sido queimada ou se tivesse havido patrocínio da Caixa ou da Petrobras, certamente seria um escândalo”, disse o senador.
Com informações da Agência Senado